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Homicidômetro - Assassinatos no Ceará 2018

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Atualizado em 19/1/2018  

Briga entre membros de facções criminosas motivou a primeira chacina do ano no Ceará com quatro mortos

Maranguape - chacina

A PM isolou a casa na Serra Pelada, na zona rural de Maranguape, onde ocorreu a chacina

A Polícia acredita que uma briga entre membros de facções criminosas rivais  motivou a  primeira chacina registrada no Ceará em 2018. O fato ocorreu entre a noite de domingo (7) e a madrugada desta segunda-feira (8) na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Quatro jovens foram executados, a tiros,  dentro de uma casa localizada na comunidade conhecida como Serra Pelada, no Parque Novo Maranguape.

Os corpos somente foram encontrados na manhã de hoje, quando a Polícia foi chamada para averiguar o que havia ocorrido durante a madrugada, pois vizinhos ouviram muitos estampidos.  A casa apresentava sinais de arrombamento.

Bala muita

“Os executores foram vistos descendo a serra com as armas nas mãos, em punho. Eles estavam comemorando o crime”, contou um morador da área, que preferiu não se identificar por temer represálias dos assassinos.

Dos quatro jovens mortos, apenas dois  deles já foram identificados pela Polícia: o adolescente Antônio Everton Brito Jacinto, de 17 anos; e Jonas Farias da Silva. Um terceiro morto era conhecido por Lucas. A quarta vítima não foi identificada. Os quatro corpos foram encontrados entre a sala e a cozinha da residência. No chão, muitas cápsulas de balas de pistolas.

Policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estiveram no local do crime e iniciaram as investigações para tentar identificar os assassinos.

Pai mata a filha

Um crime de morte ocorrido na manhã desta segunda-feira (8) chocou os oradores da comunidade Ibiapaba, na zona rural do Município de Crateús (a 345Km de Fortaleza). Um homem identificado até o momento apenas por “Zé Lúcio”,  matou, a tiros, a filha de 22 anos, identificada por Luana. O crime ocorreu quando a garota seguia à pé por uma estrada na localidade de Assis, em direção à vizinha cidade de Ipaporanga, onde trabalhava.

Após matar a filha, o acusado tentou matar também sua ex-companheira, mãe de Luana. O casal estava separado e o marido não se conformava com isto.  O homem só não conseguiu executar a ex-companheira por um vizinho interveio  e a arma do assassino falhou por quatro vezes. Ele, então fugiu para casa onde teria praticado o suicídio. 

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