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Homicidômetro - Assassinatos no Ceará em 2019

315 em 19/2/2019  

Transferência de presos deixa Polícia em alerta máximo pelo risco de novos atentados das facções criminosas em Fortaleza

quinta-feira 17.3.2016 B 097

William Diógenes e Luís Fabiano Brito foram levados para Santa Catarina

Setores de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) estão em alerta máximo diante do risco da deflagração de novos atentados em Fortaleza. Isto porque, nas últimas horas, mais dois presos considerados de altíssima periculosidade foram transferidos do Ceará para Santa Catarina.

Os detentos identificados como Luís Fabiano Ribeiro Brito e Willam Huaine Diógenes Cintra foram recambiados para a Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Catanduvas, em Santa Catarina, por determinação da Justiça do Ceará com a autorização do Ministério da  Justiça, através do seu Conselho Penitenciário Nacional (Conpen).

O pedido para que as transferências fosse feitas partiu do governador do Estado do Ceará, Camilo Santana (PT), alegando que os detentos, por pertencerem à facções  criminosas, estariam oferecendo sérios riscos à segurança local.

Willam Diógenes é tido como chefe de um bando responsável por crimes na região do Vale do Jaguaribe e suspeito de ter ordenado a morte de, pelo menos, dois policiais militares no Município de Jaguaretama (241Km de Fortaleza).

O segundo transferido trata-se de Luís Fabiano Ribeiro Brito, capturado pela Polícia, em Fortaleza, em novembro do ano passado, após comandar um atentado ao quartel da 3ª Companhia do 6º BPM, localizado no bairro Maraponga, nesta Capital, durante uma onda de ataques a coletivos e unidades policiais ordenada pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Regime rígido

Agora, já são quatro detentos transferidos do Sistema Penal cearense para unidades de segurança máxima de outros estados.  A penitenciária de Catanduvas (SC) já abrigou preso famosos no País, como “Fernandinho Beira-Mar”. Ali, os detentos ficam 22 horas recolhidos em celas individuais e sendo monitorados 24 horas por câmeras especiais.  Eles têm apenas duas horas adiarias para um bando de sol. Se alimentam dentro das próprias celas, no chamando Regimento Disciplinar Diferenciado  (RDD). 

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