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Homicidômetro Mortes no Ceará 2017

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Atualizado em 19/10/2017

CEARÁ PACÍFICO??? Novos secretário de Segurança e comandante da PM participam de operação nas ruas de Fortaleza nesta sexta-feira

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O secretário da Segurança reuniu a tropa e se apresentou aos militares antes da blitz

Secretário

André Costa e o comandante Viana chefiaram a operação em vários bairros da Capital 

O recém-empossado secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, delegado federal André Costa; e o novo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ronaldo Viana, foram às ruas na noite desta sexta-feira (20) e comandaram pessoalmente uma operação policial batizada de “Cartão de Visita”. A ação se estendeu por vários bairros da cidade onde os índices de criminalidade na Capital como a Parquelândia e a Barra do Ceará.

Cerca de 100 homens das Polícias  Civil e Militar e até equipes do Corpo de Bombeiros Militar, em 25 viaturas, participaram da blitz gigante que teve início por volta de 20 horas e se estendeu até as primeiras horas da madrugada deste sábado (21).  Contudo, nenhuma prisão importante foi realizada. Ainda sim, a presença maciça da Polícia em bairros como a Barra do Ceará foi aprovada pela população. Moradores de várias comunidades da Capital se sentem reféns da violência.

Desafio

Faltando menos de dois anos para o fim do mandato do governador Camilo Santana (PT), o gestor petista tenta reverter o quadro da violência que se espalhou por todo o Ceará. No ano passado, cerca de 3.500 pessoas foram assassinadas e os roubos e furtos registrados chegaram a, nada menos, que 72.661, conforme a própria SSPDS informa em seu site. O crescimento  em apenas um ano, foi da ordem de 19 por cento, já em 2015 o órgão registrou 60.964 casos.

Além dos desafios de reverter os altíssimos índices da violência, o secretário da Segurança terá também que ter a habilidade necessária para lidar com a insatisfação dos servidores da Pasta. Policiais civis e militares, bombeiros militares e peritos e seus auxiliares estão articulados em protestos diante dos baixíssimos salários e das péssimas condições de trabalho. 

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