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Homicidômetro - Assassinatos no Ceará 2017

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Atualizado em 15/12/2017  

Corpo da menina Débora Lohany é liberado pela Perícia Forense e sepultado nesta terça em Pacatuba

Débora DNA

O exame de DNA comprovou em menos de 24 horas a identidade da menina 

Débora sumida

Débora Lohany desapareceu da porta de casa na noite de 27 de março, na Aerolândia

Débora 1 - corpo

O corpo da criança foi deixado pelo assassino próximo às obras do VLT, no bairro Cocó

Quinze dias depois do rapto da menina Débora Lohany de Oliveira; e quatro dias após a localização do seu corpo, a Coordenadoria de Medicina Legal (Comel) da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) liberou, no começo da tarde desta terça-feira (11) o cadáver para sepultamento.

A liberação ocorreu após a comprovação, através de exames de DNA, de que realmente se tratava da garota o corpo encontrado na manhã da última sexta-feira (7) às margens da Avenida Almirante Henrique Sabóia, a Via Expressa, no bairro Cocó.  Apesar do avançado estado de decomposição, o corpo foi submetido aos exames de DNA e, na madrugada do sábado, veio a comprovação da identidade da vítima.

Os restos mortais foram liberados no começo da tarde e encaminhados pela Funerária Opção para o Cemitério Monte Sinai, localizado no bairro Alto Fechado, no Município de Pacatuba, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Morte

Na noite de 27 de março, Débora Lohany desapareceu da calçada de sua residência, localizada na Rua Alecrim, no bairro Aerolândia. Durante quatro dias seguidos, as autoridades policiais realizaram buscas para tentar encontrar a menina. Equipes do Corpo de Bombeiros Militar e da PM se revezaram nos trabalhos de varredura no mangue do Rio Cocó, no entanto, nada foi encontrado.

Na manhã da última sexta-feira, operários que trabalham nas obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), foram chamados por populares diante de um corpo em estado de putrefação que estaria sob uma pedra nas margens da avenida.  Logo, a PM foi acionada e ao chegar ao local  policiais da 3ª Companhia do 8º BPM (Papicu) comprovaram trata-se do corpo de uma criança, em estado putrefato.  

Menos de 24 horas depois, os peritos especializados em Genética Forense comprovaram a identidade da criança e emitiram o laudo. Faltava o exame de necropsia, que foi realizado neta segunda-feira. 

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Jornalista
Fernando Ribeiro
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