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Homicidômetro - Assassinatos no Ceará em 2019

724 em 20/4/2019  

Suspeitos de fraude milionária na Caixa saem da cadeia, mas vão usar tornozeleiras eletrônicas

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Quatro suspeitos de envolvimento em uma fraude milionária nos cofres da Caixa Econômica Federal, presos pela Polícia Federal, em Fortaleza, durante a "Operação Fidúncia", deverão deixar a cadeia nesta quinta-feira (30). Os quatro tiveram concedidos habeas corpus pelo Tribunal regional Federal (TRF) da Quinta Região, sediado em Recife, a pedido de seus advogados de defesa. No entanto, terão que usar tornozeleiras eletrônicas.

A medida do TRF foi anunciada nesta quarta-feira (29) e vai beneficiar os empresários Ricardo Alves Carneiro, apontado como o chefe da organização criminosa; seu irmão, Diego Pinheiro Carneiro; Israel Batista Ribeiro Júnior, ex-gerente de Pessoa Jurídica da Caixa; e o empresário e desportista José Hybernon Cysne Neto.

Junto com outras 13 pessoas, a maioria altos funcionários da Caixa, empresários do setor da Construção Civil e do ramo imobiliário; além de "laranjas", tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça Federal, em março último. Apenas os quatro últimos permaneciam presos à disposição das autoridades.

Juntos, os implicados teriam fraudado dezenas de processos de empréstimos e financiamento para a construção de imóveis. Os empresários teriam montado empresas de "fachada" e os gentes da Caixa liberaram os valores altíssimos das operações financeiras mesmo sabendo que os documentos juntados pelos tomadores dos valores eram falsos.

A quadrilha teria desviado, ao menos, R$ 100 milhões da Caixa nos últimos dois anos, segundo uma investigação da PF e da Justiça Federal. Em consequência disso, os implicados ostentavam uma vida de extremo luxo, compraram mansões, carros importados, faziam viagens para o Exterior, praticaram evasão de divisas depositando grandes somas de dinheiro no Exterior. Um deles chegou a comprar até um avião para fazer passeios.

Condições

Com o habeas corpus concedido pela Justiça, os quatro implicados terão, porém, que cumprir algunas medidas cautelares, tais como: usar tornozeleiras eletrônicas (passando a serem monitorados 24 horas por dia), terão que se apresentar à Justiça Federal todos os meses, não poderão frequentar bares, casas noturnas e outros estabelecimentos do gênero depois das 22 horas; não poderão se ausentar de Fortaleza sem autorização judicial, não poderão se envolver em outros processos e, ainda, terão que entregar seus passaportes no prazo de 24 horas a partir da saída da prisão. Além disso, a Justiça deverá bloquear seus bens e quebrar seus sigilos telefônicos, bancário e fiscal.

O advogado criminalista Leandro Vasques, que faz a defesa do empresário Hybernon Cysne Neto, informou que seu cliente, assim como os demais, deverá deixar a prisão tão logo a Justiça providenciar a colocação da tornozeleira eletrônica.

Comentários   

 
0 #1 Alfred 08-08-2016 17:34
oi...

Tudo bonzinho com você?

Eu tava até agorinha mesmo procurando informações a respeito disso tudo que você acabou de
falar! Tanto que cheguei aqui...

Posso fazer uma pergunta?

Como faço para encontrar sobre esse tema na web?

seja como for, grato por todo o conteúdo que você compartilha com a gente
de graça!

GRande abraço!

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